A trajetória e o legado da ativista Amelinha Teles
A militante feminista e política faleceu nesta terça-feira e deixa sua marca na luta pelos direitos humanos no Brasil

Segundo informações da Agência Brasil Direitos Humanos, a ativista política e feminista Amelinha Teles faleceu nesta terça-feira, aos 81 anos. A trajetória da militante foi marcada pela resistência e pela defesa intransigente dos direitos humanos no país. Os dados disponíveis detalham que a partida de Amelinha encerra um capítulo importante da história recente brasileira.
Conforme divulgado pela fonte, Amelinha enfrentou a repressão estatal durante a ditadura militar. Em 28 de dezembro de 1972, ela foi presa e encaminhada para a Operação Bandeirantes. O registro histórico aponta que, no local, a ativista foi submetida a graves sessões de violência e perseguição política.
Os relatos indicam que a violência sofrida por Amelinha incluiu castigos diretos aplicados pelo major do exército Carlos Alberto Brilhante Ustra. Naquele período, Ustra atuava como comandante do DOI-Codi de São Paulo. A atuação da ativista na denúncia desses abusos tornou-se central para a memória nacional.
Apesar dos limites da apuração inicial divulgada, o impacto da militância de Amelinha ultrapassa o âmbito individual e revercute nas pautas feministas e de comportamento social. A publicação não traz outros detalhes sobre velório ou homenagens póstumas.
As informações completas sobre a cobertura da morte da ativista podem ser acessadas diretamente no link de referência da Agência Brasil Direitos Humanos em https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/notícia/2026-09/morre-ativista-politica-e-feminista-amelinha-teles-aos-81-anos.